domingo, 18 de maio de 2014


Praia d él Rey, Óbidos, Portugal, Europa

onde o mar parece sempre zangado por ser interrompido pela inevitabilidade da terra,
as pedras guardam a luz, a areia guia os passos, o vento arrasta o silêncio para parte incerta, mora uma casa, dizem, foi folhetim de amores imaginados , se encontram testemunhos de ausências e, de vez em quando, D. Sebastião, aparecendo na neblina, se esquece de ser esperado.

E onde, na memória, me acorda a paisagem da música de Mahler. Quase, quase qualquer uma.


























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