Praia d él Rey, Óbidos, Portugal, Europa
onde o mar parece sempre zangado por ser interrompido pela inevitabilidade da terra,
as pedras guardam a luz, a areia guia os passos, o vento arrasta o silêncio para parte incerta, mora uma casa, dizem, foi folhetim de amores imaginados , se encontram testemunhos de ausências e, de vez em quando, D. Sebastião, aparecendo na neblina, se esquece de ser esperado.
E onde, na memória, me acorda a paisagem da música de Mahler. Quase, quase qualquer uma.






Sem comentários:
Enviar um comentário