Mercado da Ribeira,
do croquete ao Moet & Chandon,
da voz rouca pelo copo de três e do pastel de bacalhau frito em óleo sem marca, lá fora, na Ribeira que continua a não se ensaiar. Como tudo o que sempre existiu.
Da noite que se faz de conta. Inventada. Quase ilusão boémia nos candeeiros.
Da alma aldrabona do pregão . Que já é quase mudo. Irreverência cansada.
E muitas vozes que anseiam a ser vistas.
Tantas que se confundem numa multidão.
Em amores e ausências de todas as cores.


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